REVEJA A ATIVIDADE DE REVISÃO APLICADA EM CLASSE.
Primeira Guerra Mundial marca o fim do Império Austro-húngaro.
O Estado criado pelos Habsburgo no Sudeste da Europa desintegrou-se no final da Primeira Guerra Mundial (1914 a 1918). No dia 3 de novembro de 1918, foi assinado o acordo de cessar-fogo do conflito que acabaria selando o fim do Império Austro-húngaro. O atentado contra o príncipe herdeiro austríaco Francisco Ferdinando fora a causa imediata para a deflagração da Primeira Guerra Mundial em 1914. Mas o conflito acabaria levando à desestruturação do Estado austríaco. No começo da guerra, a Áustria-Hungria ainda era um império com uma imensa área territorial: do Lago de Constança à Transilvânia, da Boêmia à Bósnia. Mais de 52 milhões de pessoas viviam no país multiétnico, cuja capital era Viena. Com tal estrutura, a Áustria não podia ser homogênea, nem estava livre de tensões internas. Aliados se preparam para ofensiva em 1918,…
http://www.newstin.com.pt/tag/pt/87117165
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Invasão da Polônia
II Guerra Mundial
“No dia 1 de Setembro de 1939, às primeiras horas da manhã, as tropas da Alemanha hitleriana passaram a fronteira da Polónia, despoletando assim a II Guerra Mundial.
Os acontecimentos desse dia, vieram na sequência de um ano até ali cheio de
movimentações e tomadas de posição que pareciam aproximar a Europa da guerra. Em 1938 a Inglaterra e a França, tentaram apaziguar Hitler, dando-lhe parte da Checoslováquia. Em Março de 1939, Hitler conclui o negócio ao ocupar a Morávia e a Boémia (actual República Checa).
A seguir à tomada desta parte da Europa, Hitler volta-se para a Polónia exigindo a devolução do chamado corredor de Danzig, que ligava a Polónia ao mar do norte, mas o objetivo de Hitler é claro: Varrer a Polónia do mapa…”

http://www.areamilitar.net/HistBCR.aspx?N=75
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Sob a vigília de policial, moradora de Craigavon passa diante de muro com mensagem do IRA Continuidade, grupo dissidente do Exército Republicano Irlandês: “Ainda em guerra”
Separatismo
Novo ataque aumenta a tensão na Irlanda do Norte
Dois dias após a morte de dois soldados, policial é assassinado. Grupos dissidentes do IRA assumem autoria dos atentTô atualizando agoraaaa… São 20:48ados… FONTE: Gazeta
Dissidência do IRA assume atentado na Irlanda; braço político condena
O IRA Autêntico, uma dissidência do inativo Exército Republicano Irlandês (IRA), assumiu neste domingo a autoria do atentado cometido na noite deste sábado contra uma base militar na Irlanda do Norte, que deixou dois soldados britânicos mortos e quatro pessoas feridas, entre militares e civis. De acordo com as autoridades, algumas vítimas correm risco de morte.

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PAÍSES IBÉRICOS
Apesar de serem trabalhados em conjunto, Portugal e Espanha apresentam características que os diferem. Vejamos algumas diferenças:
- a Espanha é mais desenvolvida e rica
- o analfabetismo português é 3 vezes maior que o espanhol
- o PIB espanhol é 5 vezes o dos lusitanos
- a renda per capita da Espanha é 45% maior que a de Portugal
conclusão: Portugal é mais pobre que a Espanha.
UE quer ampliar interligação elétrica entre países ibéricos
http://economia.uol.com.br/ultnot/lusa/2009/01/28/ult3679u5806.jhtm
Imigrantes são 7% da riqueza de Portugal http://www.mundolusiada.com.br/ECONOMIA/econ167_abr07.htm
PRINCIPAIS CONFLITOS ÉTNICOS NA EUROPA
http://robekitty.wordpress.com/2009/05/18/principais-conflitos-etnicos-na-europa/
Estônia :
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Socialista_Sovi%C3%A9tica_da_Est%C3%B4nia
Lituânia :
http://pt.wikipedia.org/wiki/Litu%C3%A2nia
Letônia ?
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Educando,
Aprendizagem. *Anote na agenda suas tarefas de casa; *Material solicitado para aula seguinte; *Eventuais dúvidas registre-as no caderno e solicite esclarecimentos com sua professora *Acompanhe jornal televisivo, isso fará de você uma pessoa bem informada.*Evite acúmulo de conteúdo, orgarnizando horário de estudo em casa ._
A CRISE FINANCEIRA MUNDIAL: IMPACTOS SOBRE O BRASIL
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EUROPA
Conhecido como “velho mundo”, o continente europeu limita-se a oeste com o Oceano Atlântico, ao sul com o Mediterrâneo, ao norte com o oceano Glacial Ártico e a leste com a Ásia, sendo que os Montes Urais formam uma divisa natural nesta parte do continente.
A importância do continente europeu reside no fato de este ter sido o palco das maiores transformações da história da humanidade e de algumas de suas mentes mais brilhantes, como a Segunda Guerra, a Revolução Industrial na segunda metade do século XVIII e as teorias de Copérnico e Einstein, europeus que mudaram a história da ciência.
A geografia política da Europa é totalmente determinada pela história desse continente. Após inúmeros séculos de ocupações, invasões e revoluções, a Europa chegou ao seu formato atual, embora ainda instável em algumas regiões como a Geórgia, a questão Basca, etc.
Atualmente a mudança mais significativa é a formação do grande bloco econômico da União Européia ( UE) que abrange 15 países do total de 48 do continente. Entre os países da UE foram abolidas todas as barreiras comerciais e de fronteira permitindo-se o trânsito livre entre estes países.
Por se localizar totalmente no hemisfério norte e com uma altitude que fica em torno de 340m, o continente europeu apresenta climas frios e temperados, divididos em três tipos principais: o oceânico que abrange a faixa da Noruega até Portugal, o clima continental em parte da Alemanha, e nos países bálticos até a Polônia, e o clima mediterrâneo nos países da costa, chegando até a França...
Fontes:
http://www.portalbrasil.net/europa.htm
http://www.guiageo-europa.com/mapas/europa.htm
“Apesar de ser considerado um continente, a Europa não corresponde a essa definição, pois sua configuração é de uma península. A Europa está localizada em uma imensa península situada a oeste da Eurásia (corresponde a Europa e Ásia), essa possui a maior extensão de terras emersas do mundo. Dessa forma, fica evidente que a separação entre Europa e Ásia é simplesmente uma divisão ideológica, uma vez que não há barreiras físicas consideráveis para diferenciá-las, como ocorre, por exemplo, nas Américas e na Oceania.”

A influência do G-8 no mundo
Estados Unidos
Japão
Alemanha
França
Reino Unido
Canadá
Itália
Rússia
“A sigla G-8 corresponde ao grupo dos 8 países mais ricos e influentes do mundoJ… Antes chamada de G-7, a sigla alterou-se com a inserção da Rússia, que ingressou no grupo em 1998.
Explicitamente, a função do G-8 é a de decidir qual ou quais caminhos o mundo deve seguir, pois esses países possuem economias consolidadas e suas forças políticas exercem grande influência nas instituições e organizações mundiais, como ONU, FMI, OMC. A discussão gira em torno do processo de globalização, abertura de mercados, problemas ambientais, ajudas financeiras para economias em crise, entre outros.”
www.brasilescola.com/geografia/g8.htm
OTAN – Organização do Tratado do Atlântico Norte

Soldados da OTAN em treinamento militar
Definição, países membros e objetivos.
VEJA: http://www.suapesquisa.com/o_que_e/otan.htm
Plano Marshall
Com a devastação provocada pela guerra, a Europa enfrentava cada vez mais manifestações de contestação aos governos constituídos. Os Estados Unidos analisaram a crise européia e, concluíram que ela punha em risco o futuro do capitalismo, o que poderia prejudicar sua própria economia, dando espaço para a expansão do comunismo.
Com isso, os norte-americanos optaram por ajudar na recuperação dos países europeus. Com esse objetivo criaram o Plano Marshall, onde foram investidos cerca de 13 bilhões de dólares nos países europeus. No início os recursos foram utilizados para comprar alimentos, fertilizantes e rações.
Logo depois, foram adquirindo matérias-primas, produtos semi-industrializados, combustíveis, veículos e máquinas. Aproximadamente, 70% desses bens eram de procedência norte-americana. Além de se beneficiar com o plano Marshall, a França elaborou seu próprio plano de recuperação econômica, o Plano Monnet.
A Inglaterra também se recuperou, porém perdeu a importância econômica e política. A Alemanha e a Itália também entraram em ritmo de recuperação. Com a criação da Otan, os Estados Unidos visavam garantir a exportação de excedentes e concretizar a hegemonia econômica sobre o velho continente.
http://www.historiadomundo.com.br
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Fluxos populacionais, migrações internacionais
Os fluxos populacionais foram incrementados a partir do desenvolvimento do sistema de transporte (Rodoviário, hidroviário, ferroviário e aéreo) e das telecomunicações, que ofereceram maior mobilidade às pessoas em todo mundo. Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), aproximadamente 175 milhões de pessoas vivem fora do país de origem.
Os fluxos populacionais entre países são denominados de migrações internacionais, essas podem ocorrer por atração ou por repulsão, a primeira geralmente acontece quando as pessoas vivem em países nos quais não há boas condições de vida e de trabalho, são atraídas rumo a países desenvolvidos, como Estados Unidos, países da Europa desenvolvida e Japão, a segunda são migrações onde o indivíduo deixa seu país devido a problemas políticos, perseguições, guerras, entre outros.
A maioria das migrações internacionais ocorre pela busca de trabalho, as principais correntes migratórias emergem de Latino-Americanos, Africanos e Asiáticos em direção aos EUA, Europa e Japão. Os trabalhadores migrantes enviam dinheiro para sua terra natal, algumas estimativas revelam que eles movimentam anualmente cerca de 58 bilhões de dólares, o Brasil, por exemplo, recebe anualmente cerca de 2,8 bilhões de dólares enviados por brasileiros que vivem no exterior.
Os brasileiros por vários motivos saem do país, o movimento de saída do país é chamado de emigração, o de entrada de estrangeiro é denominado de imigração. O que levam os brasileiros a sair do país rumo a outro, são as sucessivas crises econômicas, hoje existem cerca de 2 milhões de brasileiros vivendo no exterior de forma clandestina.
Outra modalidade de migração internacional é a de fluxo de refugiados, indivíduos que sofrem perseguições de ordem política, religiosa ou étnica. Na década de 1970, havia cerca de 2,5 milhões de refugiados, hoje esse número chega aos 25 milhões, decorrentes de acontecimentos geopolíticos como: o fim do socialismo, a diminuição de ajudas financeiras e humanitárias e principalmente pela expansão do fundamentalismo Islâmico.
São considerados migrantes refugiados cerca de 25 milhões de pessoas, que foram obrigados a deixar seus lares devido a problemas ambientais, como desmatamento, desertificação, erosão dos solos e desastres químicos e nucleares.
As origens dos refugiados são as mais variadas, mas geralmente possuem algumas características, como origem de países subdesenvolvidos, no qual a renda per capita média está abaixo de 500 dólares e há alto índice de analfabetismo, governos ditatoriais que violam os direitos humanos de determinada parcela da população, na forma de perseguições políticas e torturas, extermínio étnico e discriminações religiosas e culturais.
Por fim, existe um fluxo, agora sem agravante, que é o turístico, que são motivados pela busca de lazer, cultura e religião, esse processo motiva a comercialização de viagens em grande escala a custos mais reduzidos (pacotes de viagens), mas esse tipo de fluxo é privilégio de uma restrita parcela da população mundial.
Os principais países que atraem turistas são Alemanha, Japão e EUA, o volume do faturamento decorrente a atividade é de aproximadamente 4,5 trilhões de dólares, gerando cerca de 200 milhões de empregos em todo o mundo.
Chamam-se de “Economias de Transição” os antigos países socialistas que adotavam a economia planificada e hoje estão implementando a “Economia de Mercado“. Essa transição tem sido problemática e cheia de crises: aumento do desemprego, da inflação, multiplicação de máfias ou grupos criminosos organizados, surgimento de movimentos políticos exageradamente nacionalistas, alguns até racistas, como na Iugoslávia, por exemplo.
O grave problema do desemprego surgiu devido ao “pleno emprego” da economia planificada ter sido posto a pique pelo mercado que, com um parque fabril obsoleto não pôde suprir a demanda de emprego. A ordem geral nesses países, até os anos 80, era empregar todo mundo, mesmo sem vagas nas empresas ou repartições públicas. Na economia privatizada, o lucro e a rentabilidade é o que conta, ocasionando evidentemente um grande desemprego nesses países de “Economia de Transição”.
Os habitantes dessas nações não demoraram a perceber que o capitalismo também traz inúmeros problemas, resultando em descontentamentos, que por sua vez fazem surgir grupos políticos nacionalistas e até os antigos socialistas (agora com discurso de oposição), culpando o exterior e os estrangeiros pelos problemas do país.
“A URSS surgiu em1922 quando a Rússia, primeiro país do mundo a implantar um regime socialista, uniu-se a mais seis repúblicas e formou a União das Republicas Socialistas Soviéticas(URSS).
“A estagnação econômica a partir de meados da década de 70, aliada à corrida armamentista, coloca em evidência as deficiências e distorções estruturais da sociedade soviética e a necessidade de reformas urgentes. A URSS enfrenta dificuldades crescentes para manter sua hegemonia na Europa Oriental, recua na Ásia, África e América Latina e naufraga no Afeganistão.”
