2º BIMESTREEEEEEE
REVEJA A ATIVIDADE DE REVISÃO APLICADA EM CLASSE.
Revolução Cultural Chinesa

Cartaz fazendo propaganda política da Revolução Cultural feita por Mao Tsé-tung.
Depois de ocupar a posição de líder Máximo da Revolução em 1959, Mao sofreu uma derrota política responsabilizada pelo fracasso de seu plano de ação política chamado de Grande Salto Para Frente. O projeto desenvolvimentista de Mao Tsé-tung, que combinava incentivo à economia agrária e à criação de uma indústria pesada, fracassou tendo como conseqüência o empobrecimento de boa parte da população. Em resposta, Liu Shaoqi e Deng Xiaoping, antigos líderes comunistas, o retiraram do comando político…

Hong Kong
A expressão Tigres Asiáticos é usada para se referir ao bloco econômico formado por Hong Kong, Cingapura, Coréia do Sul e Taiwan (Formosa). A denominação de “tigre” é dada em referência à agressividade destas economias, que na década de 60 eram relativamente pobres e possuíam certos indicadores sociais semelhantes aos de países africanos. A partir da década de 80, o perfil econômico dos Tigres Asiáticos começou a mudar significativamente; desta forma, passaram a apresentar grandes taxas de crescimento e uma rápida industrialização.
Nesse período, adotaram uma série de medidas que foram responsáveis por proporcionar esse desenvolvimento econômico. Em síntese, podemos dizer que as mesmas tiveram como foco, o mercado externo. Os Tigres Asiáticos passaram a produzir toda espécie de produtos para as nações desenvolvidas, assumindo um caráter totalmente exportador. Além disso, em virtude da sua grande oferta de mão-de-obra barata, aliada ao fator da preocupação das potências mundiais em relação à bipolaridade no contexto da Guerra Fria, atraíram uma enorme quantidade de investimentos externos.
Os Tigres Asiáticos apresentaram notório crescimento em virtude da realização de uma eficiente reforma agrária, a qual foi capaz de promover o direito de propriedade e a igualdade entre os trabalhadores rurais, além de oferecer subsídios à agricultura. Para corresponder aos interesses dos investidores externos, procuraram investir pesado em seus sistemas educacionais, uma vez que era necessário qualificar sua mão-de-obra. Outro elemento que reflete bem as suas posturas exclusivamente exportadoras é a inibição do consumo interno por meio de altas tarifas governamentais.
As críticas em relação à esses modelos se concentram justamente no caráter exportador adotado, uma vez que isso faz com que tais economias se tornem extremamente dependentes da saúde econômica dos países compradores dos produtos exportados.
Por Tiago Dantas
____________________________________________________________________________________________
Por que a bolsa cai com a gripe suína?
http://portalexame.abril.com.br/blogs/gradilone/20090427_listar_dia.shtml
Neoliberalismo
“No caso dos países subdesenvolvidos, a implantação do modelo neoliberal teve como maior manifestação a onda de privatizações que atingiram as empresas estatais. Argumentando que tal ação provocaria inevitável melhoria de alguns serviços essenciais, o governo realizava a venda dessas empresas para algum grupo econômico ou investidor particular. Contudo, ainda vemos que a redução das empresas públicas não foi acompanhada por um benefício proporcional.
De fato, o projeto neoliberal não conseguiu atingir as prometidas metas que deveria promover os sonhados tempos de desenvolvimento e modernização de certas nações. Ao entregar empresas do setor público para o capital privado, a situação de muitos trabalhadores esteve ameaçada pelo interesse de ampliação dos lucros e a redução do quadro de funcionários. Além disso, a necessidade de constante modernização e mecanização de serviços também fechou várias portas do mercado de trabalho.”
Neoliberalismo e Globalização
“Haverá poucos globalizadores e muitos globalizados!”
Vamireh Chacon
Problemas econômicos nos países subdesenvolvidos
• Dependência econômica em relação às atividades primárias: corresponde à extrema dependência em relação às atividades como a agricultura, extrativismo e mineração. Os países subdesenvolvidos têm grande parcela da população envolvida no setor primário e os produtos desse são responsáveis pelo maior volume de exportação. O ponto negativo do processo é que produtos primários possuem pouco ou nenhum valor agregado, ou seja, é de baixo valor, além disso, o setor primário está propicio às variações do mercado. Enquanto que os produtos industriais possuem um valor agregado oriundo do trabalho ou das informações contidos na mercadoria.
• Dependência econômica e tecnológica: isso é resultado da forte influência exercida pelas empresas multinacionais que são os principais centros produtivos nos países subdesenvolvidos, exemplo disso são as indústrias automobilísticas que são quase na totalidade estrangeira, em suma as economias dos países em questão dependem dos capitais internacionais. Essa realidade é negativa para os países menos desenvolvidos economicamente, pois as empresas transnacionais sempre vão buscar atender seus interesses e não dos países em que estão instaladas suas filiais, além disso, o resultado de suas atividades, o lucro, não permanece no país, pois migra para a nação sede, no qual eleva cada vez mais sua economia.
__________________________________________________________________________________________
A CRISE FINANCEIRA MUNDIAL: IMPACTOS SOBRE O BRASIL
Ler o post por completo » Click em atualidades e debates.
“Na América Latina, atraso econômico e ditaduras motivaram protestos”
“…A atual fase do capitalismo recebe o nome de Capitalismo Financeiro. A atividade bancária, ou seja, empréstimos de dinheiro a juros, predomina. Todas as outras atividades dependem dos empréstimos bancários. A moeda tornou-se a principal “mercadoria” do sistema…”
Os países latino-americanos, inclusive o Brasil, continuaram como simples vendedores de matérias-primas e aliamentos para as indústrias européias e como compradores dos produtos industriais europeus.
As características do sistema capitalista
Este sistema caracteriza em linhas gerais:
- pela propriedade privada ou particular dos meios de produção;
- pelo trabalho assalariado;
- pelo predomínio da livre iniciativa sobre a planificação estatal.
A interferência do Estado nos negócios é pequena. Diante do que foi exposto, percebe-se que a sociedade capitalista divide-se em duas classes sociais: a que possui os meios de produção, denominada burguesia; a que possui apenas a sua força de trabalho, denominada proletariado.
Fonte: Colégio Santo Agostinho – RJ
O que é capitalismo?
“Capitalismo é definido como um sistema econômico ou sócio-econômico baseado na propriedade privada dos meios de produção, no lucro, nas decisões quanto ao investimento de capital feitas pela iniciativa privada, e com a produção, distribuição e preços dos bens, serviços e mão-de-obra afetados pelas forças da oferta e da procura.”
“O capitalismo no Brasil atingiu a etapa monopolista. A concentração e a centralização do capital são uma constante da dinâmica da acumulação de capital no Brasil. A maioria dos setores da economia é controlada pelo grande capital. Esta tendência se manifesta nas ondas periódicas de fusões e aquisições de empresas. Deste caráter depreende-se que a burguesia brasileira tem, como principal característica, o movimento em direção ao controle dos grandes setores da economia ? grandes bancos, empresas industriais, comerciais e agrícolas, e sua ligação orgânica com o capital internacional.
Mas afinal, o Brasil é capitalista ou não? A resposta é não. No Brasil existe mercado, mas ele não é livre. Além disso, o mercado não é de onde, institucionalmente falando, deveriam sair as riquezas e a felicidade geral em nosso país – sempre tivemos uma tradição cultural de que é o estado que deve prover ao cidadão. Até felicidade é obrigação do estado neste país. Temos também diversos “direitos”: educação e saúde pública de alta qualidade, previdência pública, segurança pública, entre outros. Fora isso, os serviços prestados no país por empresas privadas são todos, sem nenhuma exceção, regulamentados e regulados até a alma. É risível querer chamar isso de capitalismo! Para se manter todos esses serviços de “primeiríssima” qualidade que todos temos aqui, o estado brasileiro tributa cerca de 40% da produção brasileira, ou seja, rouba 40% das riquezas produzidas. Sem contar que temos a presença de ilustríssimos grupos de pressão: sindicatos, federações de indústria e comércio, que fazem lobby todo dia (ou têm seus partidos próprios) para que a máquina estatal use o seu poder de coerção e compulsão para restringir a atuação livre no mercado de outros, beneficiando a seus membros. Não interessa se é uma corporação “poderosa” ou um sindicato de trabalhadores “lutando por direitos”, todos querem benefícios em detrimento de outros setores da sociedade.”
Agora levando em conta que realizamos importação e exportação, o Estado não “controla” (preços) as empresas no país… Somos capitalistas sim, bem diferentes dos países centrais…
Qual a diferença entre PIB e PNB?
“Um dos principais indicadores que demonstram a realidade econômica de um país ou região é o PIB (Produto Interno Bruto). Tal indicador nada mais é do que a mensuração de todos os bens e serviços, ou seja, de toda a riqueza produzida. Uma das maiores confusões em relação ao PIB é a diferença entre o mesmo e outro importante indicador econômico: o PNB (Produto Nacional Bruto).“
VEJA: http://www.brasilescola.com/economia/qual-diferenca-entre-pib-pnb.htm
REFLEXÕES SOBRE AS POLÍTICAS
NEOLIBERAIS NO BRASIL, A GLOBALIZAÇÃO
E A DEPENDÊNCIA EXTERNA
RESUMO:
“O termo globalização, que tem sido muito divulgado na mídia e nos meios acadêmicos, define o que atualmente diz respeito às relações entre os países ricos e pobres no contexto do capitalismo, substituindo noções como as de dependência externa nas reflexões sobre a economia mundial.”
PALAVRAS-CHAVE:
dependência, globalização, neoliberalismo, Estado, desemprego.
“Nos últimos anos, a questão da dependência externa dos países subdesenvolvidos em relação aos desenvolvidos deixou de ser uma constante nos debates, como acontecia nos anos 60, o que talvez tenha acontecido porque o crescimento da economia brasileira, experimentado nas décadas de 60 e 70, consolidou o avanço definitivo do capitalismo no Brasil, o que “amorteceu, se não silenciou, o debate sobre as dificuldades deste capitalismo e sua interação problemática com o capitalismo internacional2 “.
Nesse sentido, percebemos que alguns termos que eram constantes quando se debatia a respeito das relações entre países periféricos e centrais como imperialismo, dependência, periferia, subdesenvolvimento, troca desigual, estagnação, deixaram de ser utilizados. A partir da crise dos anos 80, os questionamentos sobre a economia brasileira passaram a se concentrar no curto prazo, em medidas de combate à inflação e em críticas à política econômica. “A perspectiva de longo prazo, a inserção do país na economia internacional, as dificuldades intrínsecas de um país periférico, retardatário e dependente foram esquecidas3 “.
O debate de temas estruturais, em fins da década de 80, foi retomado pelos setores mais conservadores que, propondo uma redução drástica do Estado, acenaram com soluções neoliberais, como disciplina fiscal, abertura comercial, liberalização do sistema financeiro e privatização de estatais e de serviços públicos.
As políticas neoliberais, no entanto, não alteraram o substancial na relação entre os países do Norte e do Sul: a dependência dos últimos, que agora não costuma mais ser debatida, sendo que, no entanto, essa situação tem se acentuado cada vez mais…
Uma questão importante neste debate sobre as relações entre países centrais e periféricos no contexto do capitalismo mundial seria a de se pensar se o subdesenvolvimento seria uma etapa que levaria ao desenvolvimento comparável ao dos países ricos, ou constatar que os países subdesenvolvidos ficarão sempre numa situação de atraso em relação aos desenvolvidos.
Nesse sentido, Furtado6 argumenta que a situação de dependência cria o subdesenvolvimento e os países subdesenvolvidos não alcançarão o desenvolvimento dos países ricos, uma vez que são seus contemporâneos. Também afirma que não acredita que haja fases pré-determinadas pelas quais haverão de passar as economias subdesenvolvidas, uma vez que a evolução das sociedades não é previsível.
Na interpretação acima, fica caracterizado que a industrialização de um país não se constitui em seu atestado de desenvolvimento, o que fica mais evidente se nos ativermos às questões de repartição de renda, saúde, educação, emprego, enfim, de justiça social e de qualidade de vida da população.
Países subdesenvolvidos e em desenvolvimento viram-se obrigados a abrir as suas fronteiras e os seus mercados internos aos produtos internacionais, sem que as suas indústrias estivessem preparadas para a concorrência estrangeira. Isso porque muitos governantes seguiram os conceitos neoliberais de que a abertura comercial e a globalização, entendida como um maior volume de transações comerciais internacionais de um país, seriam necessárias para se chegar aos níveis de desenvolvimento dos países mais ricos. Isso tendo como pressuposto que exista um nível de desenvolvimento desejável e alcançável como uma meta a ser atingida pelos países periféricos do sistema capitalista mundial, o que é discutível.
Nos últimos anos, a palavra globalização tem sido veiculada e discutida com freqüência, ao lado de elogios ao avanço da informática, das telecomunicações e dos transportes, aparecendo sempre associada ao neoliberalismo, a crença na “mão invisível do mercado“, avessa, em teoria, às influências das políticas econômicas governamentais como reguladoras das relações comerciais.
Se a globalização e o neoliberalismo – e todas as medidas econômicas que acarretam – fazem-se necessários para que se consiga maior desenvolvimento para os países pobres, devemos nos questionar a quem ele favorece, para que esse “desenvolvimento” não se torne restrito às classes privilegiadas, aumentando a situação já precária dos menos favorecidos. http://www.fundeg.br.”
__________________________________________________________________________________________
Regionalização do Espaço Mundial
No decorrer da história da humanidade, as diferenças existentes no mundo eram vistas como conseqüência de climas, culturas e etnias desiguais. A partir do século 19 , surgiu a consciência de que as desigualdades na distribuição de riquezas acarretaram desigualdades econômicas e sociais entre as pessoas e as regiões do planeta. Surgem então as várias tentativas de classificar e regionalizar os países segundo características comuns e de acordo com interesses econômicos. Uma das clássicas formas de regionalização estão presentes em mapas que retratam os continentes (figura 1), sem estabelecer as interações e interesses capitalistas que implicam em profundas alterações na construção do espaço mundial. Uma outra forma de representar o mundo se baseia em seus aspectos físicos ou naturais (figura 2), é uma forma , mostrando regiões muito extensas, incapaz de mostrar as diferenciações dessas regiões.
Primeiro Mundo e Terceiro Mundo (Atualmente não se usa mais estas expressões)
Após a Segunda Guerra Mundial os países ricos capitalistas eram países do primeiro mundo e os países pobres subdesenvolvidos eram países do terceiro mundo, expressão não mais utilizada. O segundo mundo eram os países socialistas .
Países Industrializados
Na década de 1950, muitos países subdesenvolvidos foram chamados de países em desenvolvimento, pois passavam por um processo de industrialização.
Países do Norte (ricos) e Países do Sul (pobres)
A maior parte dos países desenvolvidos encontra-se no hemisfério norte e a maior parte dos países subdesenvolvidos no hemisfério sul, tanto que na década de 1980 surge o conceito de países do norte ou países ricos e países do sul ou países pobres, embora haja países pobres ao norte.
Regionalizações do planeta
Atualmente essa regionalização pode ser vista por vários critérios como por exemplo , nível de industrialização, nível econômico através do PNB – Produto Nacional Bruto ou a regionalização do mundo em blocos econômicos.
Fonte: http://blogs.universia.com.br/escola3bimestre1/2008/10/30/proposta/
TECTONISMO
.jpg)
Tectônica de placas é uma teoria originada a partir da deriva continental e da expansão dos fundos oceânicos. Foi desenvolvida em 1960, e tornou-se a mais aceita entre geógrafos e oceanógrafos.
De acordo com esta teoria, a litosfera se movimenta sobre a astenosfera. A litosfera por sua vez, é dividida por placas (denominadas placas tectônicas) e estas deslizam por causa das correntes de convecção no interior da Terra. Tais movimentações permitiram a formação dos continentes a partir do Pangéia, continente que existiu há 200 milhões de anos atrás, durante a era Mesozóica.
As placas tectônicas se interagem por subducção, quando as placas semelhantes entram em contato, deslizamento, quando placas oceânicas e continentais entram em contato, extrusão, quando placas se juntam e deslizam por diferentes direções e acrecencia, quando há um pequeno impacto sobre uma placa oceânica e uma continental.
Placa oceânica é o nome que designa as placas que se encontram submersas pelos oceanos, enquanto placa continental é o nome dado para designar as placas localizadas sob os continentes.
Existem várias placas tectônicas de diferentes tamanhos, porém as mais importantes são:
Placa Africana: Abrange todo o continente africano e através de sua colisão com a placa euroasiática surgiu o Mar Mediterrâneo e o Vale do Rift.
Placa da Antártida: Abrange toda a Antártida e a região austral dos oceanos.
Placa Euroasiática: Abrange o continente europeu e asiático, exceto a Índia, Arábia e parte da Sibéria. Inclui a parte oriental do Oceano Atlântico norte.
Placa Norte-Americana: Abrange a América do Norte, parte ocidental do Oceano Atlântico norte, uma parte do Oceano Glacial Ártico e parte da Sibéria.
Placa Sul-Americana: Abrange a América do Sul e o leste da Crista Oceânica do Atlântico.
Placa do Pacífico: Abrange a maior parte do Oceano Pacífico e através de sua colisão com a Placa da Antártida surgiu a Placa Pacífico-Antártica.
Placa Indo-Australiana: Abrange a Placa Australiana e a Placa Indiana. Também abrange grande parte do Oceano Índico e parte do Himalaia.
Veja Mais! http://www.brasilescola.com/geografia/deriva-continental.htm
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola
DIVERSIDADE CULTURAL
Geografia dos Conflitos - Principais Causas A Geografia dos Conflitos exibe diversas áreas de tensão espalhadas pelo globo, tendo como principais causas, as rivalidades étnicas, religiosas e nacionalistas e ainda os casos em o conflito envolve disputa entre estados ou mudanças de fronteiras Colômbia - Guerra Civil Outro exemplo de conflito é aquele que ocorre dentro de um país ( guerra civil - guerrilha ), onde grupos armados objetivam a tomada do poder, é o que ocorre na Colômbia, onde a Farc ( Forças Armadas Revolucionária da Colômbia ), controlam uma área de 42 mil km2 dentro do território colombiano, instalando uma guerra civil no país e um dos conflitos mais duradouros e sangrentos da América Latina. México - EZLN - Exército Zapatista de Libertação Nacional No México a luta do EZLN - Exército Zapatista de Libertação Nacional - que tem sua ação no Departamento de Chiapas, uma região pobre ao sul do país, sua luta é contra a política neoliberal do governo mexicano, que exclui e marginaliza a população pobre. Outros Conflitos pelo Mundo Afeganistão: Apesar de grupo fundamentalista Taleban ter sido retirado do poder pelos americanos, isto nunca trouxe estabilidade política ao país, as mulheres continuam sendo mal tratadas, tribos e clãs (tadjique, uzbeque e hazará) continuam em luta pelo poder em algumas regiões do país. Coréia do Norte: O país segue uma rota de isolamento no cenário internacional, em função de seu programa nuclear hostil aos interesses dos Estados Unidos, Coréia do Sul, China e Japão. Iraque: A coalização anglo-americana que derrubou Saddam Hussein, enfrenta a instabilidade política e a ação de grupos terroristas contrários a presença de estrangeiros no país. Palestina: Conflito Árabe-Israelense, onde os palestinos reivindicam o reconhecimento de um Estado independente nos territórios ocupados por Israel - Faixa de Gaza e Cisjordânia. Os maiores entraves para uma soluçaõ do conflito são; o status de Jerusalém; o controle dos mananciais hidrícos; os refugiados palestinos e judeus; a delimitação das fronteiras e o terrorismo. Taiwan: Embora funcione como um país autônomo, não é reconhecido como estado soberano pela ONU e não faz parte dos principais organismos internacionais. O governo da China considera Taiwan " uma província rebelde" e pleiteia sua reintegração ao território chines desde 1949. Por 2.896 votos a favor o Parlamento Chines aprovou em 14 de março de 2005, uma lei anti-secessão que permitirá o uso da força caso Taiwan decida declarar sua independência formal. QUEM PERDE E QUEM GANHA COM ESSES CONFLITOS Os confrontos dispersos pelo mundo fazem milhões de vitimas, sem contar os refugiados, pessoas que fogem da violência, o número de refugiados vem crescendo progressivamente desde as últimas décadas do século XX , que em 1995 já chegava a 27 milhões de pessoas. Nas diversas regiões do globo alguns povos se destacam , como no Oriente Médio ( curdos, palestinos e afegões), na Ásia Meridional ( indianos e paquistaneses ), na região dos Bálcãs ( refugiados das repúblicas da ex-Iugoslávia ) e na África Negra ( Ruanda, Sudão, Etiópia, Somália, Serra Leoa, etc.). Mas há também quem sai ganhando com tantos conflitos. Em 2006 a despesa total em armas dos Exércitos nacionais chegou a US$ 1,2 trilhão, alta de 3,5% em relação ao ano anterior. Os cinco maiores gastadores, que continua sendo liderado com sobras pelos Estados Unidos, foi a China, que pulou da quinta para a quarta colocação e tornou-se o país com maior investimento militar da Ásia, superando o Japão. O aumento nos gastos militares teve reflexo direto no comércio mundial de armas. Em 2006, o volume de armas convencionais vendidas no mundo registrou alta de 50% em relação a 2002. China e Índia foram os maiores compradores, enquanto EUA e Rússia encabeçaram a lista de exportadores. EUA e União Européia continuam fornecendo "grandes quantidades de armas" a países do Oriente Médio. fonte:[1 - Folha de São Paulo - 12 de junho de 2007 ][2 - PIFFER,Osvaldo - Geografia geral - IBEP-pág 57/58/59][3 - FRANCO,Roberto Carlos, Geografia - Ensino Médio, Editora Frase,pág 83]
Oriente MédioNo dia 5 de fevereiro de 1999, morria aos 63 anos o rei Hussein da Jordânia. O fim de seu reinado de 45 anos preocupou o mundo inteiro, pois Hussein quase sempre representou equilíbrio e moderação, numa região marcada pela instabilidade e radicalismos.Na Quarta-feira, 16 de fevereiro de 1999, o lider curdo Abdullah Ocalan era preso no Quênia e transferido para Turquia, onde será submetido a um julgamento que poderá condená-lo a morte. Ocalan lidera desde 1985 o PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão), grupo que luta para estabelecer um país para os milhares de curdos que vivem na Região. Os acontecimentos acima, são apenas mais dois que marcam a complexa história do Oriente Médio no final do século XX.Região das primeiras civilizações e berço do judaísmo, cristianismo e islamismo, o Oriente Médio tem uma longa história. É uma das histórias mais trágicas e fascinantes da humanidade.Estrategicamente localizada entre Europa, Ásia e África, por suas terras estenderam-se os maiores impérios da História como o persa, macedônico, romano e mongol, até a islamização e arabização da região entre os séculos VII e VIII com Maomé e seus califas. Na idade média, ser civilizado era ser muçulmano. A ciência florescia na Espanha árabe. As trevas impostas pela Igreja encontravam resistência no mundo Islâmico. A filosofia greco-romana era traduzida por estudiosos muçulmanos: do grego para o árabe e do árabe para o latim. Desenvolveram estudos em astronomia, alquimia, medicina e matemática com tal êxito que, nos séculos IX e X, mais descobertas científicas foram feitas no Império Abássida do que em qualquer período anterior da história.Como se explica que uma região de tamanho esplendor, encontra-se hoje numa situação tão crítica ? Esse povo, que no passado distante já colonizou, encontra um cruel revés, na medida que no passado mais recente, foi também colonizado. Primeiro pelo império Otomano, substituído após a primeira guerra mundial pelo imperialismo franco-britânico. Some a essa breve retrospectiva o surgimento do petróleo como matéria-prima estratégica e a partilha da Palestina para formação de um lar nacional judeu. Acho que já podemos começar a entender porque até hoje, o Oriente Médio ainda é considerado um "barril de pólvora". A) LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA Região situada entre o Oriente e Ocidente tendo como referência o Mar Mediterrâneo, o Oriente Médio inclui os países costeiros do Mediterrâneo Oriental (da Turquia ao Egito), a Jordânia, Iraque, Península Arábica, Irã e geralmente o Afeganistão. De forma mais ampla, inclui também o conceito de Oriente Próximo, cuja área não é precisa, abrangendo normalmente a Península de Anatólia, Síria, Líbano, Israel e Palestina. Algumas vezes, integram-se ainda países do subcontinente indiano (principalmente o Paquistão). A condição de área de passagem entre as regiões euro-asiática e africana, de um lado, e entre o Mediterrâneo e o Oceano Índico de outro, favoreceu o comércio de caravanas que enfraqueceu-se posteriormente em proveito das rotas marítimas, renovadas pela abertura do canal de Suez em 1869. Mais recentemente, o Oriente Médio surgiu como principal região produtora de petróleo do mundo, tornando-se objeto de rivalidades e conflitos internacionais. Além da economia baseada no petróleo e das fortes desigualdades sociais, a região também apresenta problemas nas uniões tribais e étnicas, na fragilidade das estruturas de governo e, sobretudo na centralização islâmica da vida política.Estrategicamente localizada entre Europa, Ásia e África, por suas terras estenderam-se os maiores impérios da História como o persa, macedônico, romano e mongol, até a islamização e arabização da região entre os séculos VII e VIII com Maomé e seus califas. Na idade média, ser civilizado era ser muçulmano. A ciência florescia na Espanha árabe. As trevas impostas pela Igreja encontravam resistência no mundo Islâmico. A filosofia greco-romana era traduzida por estudiosos muçulmanos: do grego para o árabe e do árabe para o latim. Desenvolveram estudos em astronomia, alquimia, medicina e matemática com tal êxito que, nos séculos IX e X, mais descobertas científicas foram feitas no Império Abássida do que em qualquer período anterior da história. Como se explica que uma região de tamanho esplendor, encontra-se hoje numa situação tão crítica ? Esse povo, que no passado distante já colonizou, encontra um cruel revés, na medida que no passado mais recente, foi também colonizado. Primeiro pelo império Otomano, substituído após a primeira guerra mundial pelo imperialismo franco-britânico. Some a essa breve retrospectiva o surgimento do petróleo como matéria-prima estratégica e a partilha da Palestina para formação de um lar nacional judeu. Acho que já podemos começar a entender porque até hoje, o Oriente Médio ainda é considerado um "barril de pólvora". A) LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA Região situada entre o Oriente e Ocidente tendo como referência o Mar Mediterrâneo, o Oriente Médio inclui os países costeiros do Mediterrâneo Oriental (da Turquia ao Egito), a Jordânia, Iraque, Península Arábica, Irã e geralmente o Afeganistão. De forma mais ampla, inclui também o conceito de Oriente Próximo, cuja área não é precisa, abrangendo normalmente a Península de Anatólia, Síria, Líbano, Israel e Palestina. Algumas vezes, integram-se ainda países do subcontinente indiano (principalmente o Paquistão). A condição de área de passagem entre as regiões euro-asiática e africana, de um lado, e entre o Mediterrâneo e o Oceano Índico de outro, favoreceu o comércio de caravanas que enfraqueceu-se posteriormente em proveito das rotas marítimas, renovadas pela abertura do canal de Suez em 1869. Mais recentemente, o Oriente Médio surgiu como principal região produtora de petróleo do mundo, tornando-se objeto de rivalidades e conflitos internacionais. Além da economia baseada no petróleo e das fortes desigualdades sociais, a região também apresenta problemas nas uniões tribais e étnicas, na fragilidade das estruturas de governo e, sobretudo na centralização islâmica da vida política.Internamente, nesses Estados, a base de poder é limitada a um grupo local ou familiar, segundo princípio dinástico ou pelo encampamento das responsabilidades civis e militares por um grupo religioso, regional ou corporativo. B) A FRAGILIDADE DOS ESTADOS A maioria dos Estados do Oriente Médio surgiram recentemente, sob influencia do imperialismo franco-britânico, com a queda do Império Turco-Otomano após a primeira guerra mundial em 1918. A fragilidade destes Estados reflete-se nas ameaças pela divisão da sociedade, cujas aspirações são frustradas por governos autoritários de tipo monárquico ( Jordânia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos) ou republicano (Síria, Iraque, Turquia, Iêmem).Após a Segunda Guerra Mundial(1945), os países do Oriente Médio tentaram relegar a religião somente à esfera privada, através do nacionalismo pan-arabista, cujo maior líder foi o presidente egípcio Gamal Abdel Nasser. Na década de 1970 as massas urbanas e a classe média se afastaram do nacionalismo, adotando o fundamentalismo islâmico, que consolidou-se como ideologia dominante nas últimas décadas do século XX. C) A POSIÇÃO DO ISLAMISMO Os muçulmanos constituem 95% da população do Oriente Médio, na maioria sunitas, superados pelos xiitas no Irã (90%), no Iraque (55%) e no Líbano (35%). As exceções são Israel, onde 80% da população são judeus; o Líbano, que possuí 40% de cristãos (divididos em 11 confissões) e o Egito, com 8% de coptas. Com absoluta maioria de população muçulmana, muitos países do Oriente Médio concedem um papel oficial ao islamismo, tanto constitucionalmente (caso do Irã após a revolução islâmica em 1979) como no cotidiano privado e familiar.Em maio de 1994 o primeiro ministro israelense Ysaac Rabin e o lider da OLP Yasser Arafat assinaram no Cairo um acordo sobre a autonomia palestina na faixa de Gaza e Jericó. Paralelamente, e sempre com ajuda dos Estados Unidos, Israel tenta intensificar conversações de paz com outros países árabes. O assassinato de Rabin por um judeu de extrema direita em novembro de 1994, colocou em risco o processo de paz no Oriente Médio. O chanceler Shimon Peres assumiu o cargo de primeiro ministro e em meio a atentados de ambas as partes comprometeu-se em dar continuidade às negociações com a recém constituída Autoridade Nacional Palestina, presidida por Yasser Arafat. Entretanto, as eleições de outubro de 1996 deram a vitória apertada ao candidato do Likud (partido de direita reticente aos acordos de paz) Benyamim Netenyahu. Desde então, o processo de paz encontrou mais dificuldades, apesar das pressões internacionais contra a intransigência do novo governo e sua política de incentivo ao estabelecimento de novas colônias judaicas em territórios árabes ocupados. Contudo as últimas décadas do século XX, apontam uma efetiva saída diplomática para um conflito que parecia não ter fim . A Intifada, movimento de rebelião palestina nos territórios ocupados, iniciada em 1987, juntamente com as pressões internacionais e a ação diplomática da OLP, levaram Israel a propor uma iniciativa de paz em 1989 que previa a eleição de representantes palestinos nos territórios ocupados , encarregados de encaminhar negociações com o Estado judeu. Com a vitória dos trabalhistas em Israel nas eleições de 1992, liderados por Ysaac Rabin e Shimon Peres, foram iniciadas negociações bilaterais diretas, conduzidas em absoluto sigilo na Noruega, entre diplomatas israelenses e representantes da OLP, que resultaram pela primeira vez no reconhecimento mútuo palestino-israelense. O Oriente Médio permanece uma das áreas mais instáveis do mundo, devido uma série de motivos que vão desde a contestação das fronteiras traçadas pelo colonialismo franco-britânico, até mais recentemente, a proclamação do Estado de Israel na Palestina em 1948, o que de imediato provocou uma primeira guerra árabe-israelense, onde Israel conseguiu repelir um ataque dos países árabes limítrofes. Mais três guerras seguiram-se entre as décadas de 1950 e 1970.Em 1956, o Egito de Nasser nacionalizou o canal de Suez, provocando um ataque por parte de França e Inglaterra e a invasão israelense no Sinai e na faixa de Gaza. As forças dos três países foram obrigadas a se retirar, sob pressão da ONU, dos Estados Unidos e da União Soviética. Em 1967 ocorreu a Guerra dos Seis Dias, na qual Israel atacou o Egito, a Jordânia e a Síria, numa ofensiva que lhe permitiu conquistar toda península do Sinai, até o canal de Suez, Gaza, Cisjordânia, Jerusalém e as colinas de Golã da Síria. Em 1973 durante o feriado judeu do Yom Kippur (Dia do Perdão), a guerra reiniciou-se, quando Egito e Síria fizeram uma ofensiva surpresa que encontrou um contra-ataque fulminante por parte de Isarael. D) CONFLITOS NA REGIÃOO Oriente Médio também foi abalado pela guerra entre o Irã e o Iraque entre 1980 e 1988. Perdendo o controle de navegação no canal de Chatt al-Arab, principal escoadouro de sua produção petrolífera, e sentindo-se ameaçado pela revolução islâmica no Irã (55% dos iraquianos são muçulmanos xiitas), o Iraque invadiu o Irã em setembro de 1980. A guerra teve várias reviravoltas, inclusive com utilização de armas químicas, fazendo mais de um milhão de mortos, (600 mil iranianos) e deixando os países economicamente destruídos, embora ainda fortemente armados. FONTE: Atualidades: Oriente Médio - HISTORIANET, a nossa históriaManifestação contra o Apartheid
Apartheid foi uma política de segregação racial desenvolvida na África do Sul, elaborada pela descendência direta dos pioneiros que colonizaram o continente africano, sobretudo europeus, dos quais se destacam os holandeses, franceses e alemães, denominados de africânderes. O processo de segregação racial na África do Sul teve início ainda no século XVII. Os colonizadores europeus tinham uma concepção de que iriam criar uma sociedade perfeita, e além disso, acreditavam que eram escolhidos por Deus. Desta forma, passaram a colocar em prática a separação entre brancos e negros, separação esta que durou até a década de 90.Em 1948, o Apartheid (segregação) se tornou oficial. Conforme a lei, todos os itens deixavam explícitas as restrições aos negros, com intuito de favorecer a minoria branca. A lei era calcada no princípio da conservação e pureza cultural, pois os europeus julgavam sua raça superior. Dentre as restrições impostas pelos brancos aos negros, estão o não acesso ao voto e a proibição de se candidatarem a cargos públicos.Esse contexto de puro preconceito sofreu alterações somente na década de 50, motivadas pelo Congresso Nacional Africano (CNA) e lideradas por Nelson Mandela, o qual promoveu uma ofensiva para ir contra as imposições preconceituosas da minoria branca.No ano de 1960 foi realizada uma manifestação contra o Apartheid de forma pacífica, no entanto, a mesma não impediu que 60 negros fossem mortos pela polícia. A notícia da violência praticada contra os negros ganhou o mundo, dessa forma conquistaram o apoio da opinião pública mundial. Em 1973, a Assembléia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) condenou as atitudes que ocorriam na África do Sul e as classificaram como crime.Através das pressões por parte dos negros segregados e também o embargo econômico implantado pelo governo norte-americano em 1986, o então presidente Frederik de Klerk alterou as leis que restringia a participação negra e reformulou em sua totalidade sua essência racista, contudo a extinção do Apartheid teve fim somente em 1994, quando Nelson Mandela alcançou a presidência.Eduardo de Freitas Graduado em Geografia Equipe Brasil EscolaEconomia do Egito“A economia é toda baseada na agricultura, com o método de produção asiático. O faraó é o dono de todas as terras do país, organizando todo trabalho agrícola. Também administrava as construções, pedreiras, e minas.
No Egito predominava o regime de servidão coletiva, onde todos eram obrigados a trabalhar para sustentar o faraó, ou pagavam tributos na forma de bens para o estado.As principais atividades econômicas exercidas no Egito eram a agricultura, criação de animais, comércio externo e forjamento de metais.”Agricultura“Na agricultura destacaram-se no cultivo do trigo, cevada, linho e papiro. Com o trigo os egípcios faziam pão, com a cevada, faziam cerveja, bebida muito apreciada pelos camponeses, com o linho fabricavam tecidos para confecção de roupas, e finalmente o papiro, natural do delta do Nilo, servia para fabricar cordas, sandálias, barcos e principalmente papel (papiro), muito usado até a Idade Média.’Comércio“O comércio no Egito funcionava a base de trocas, pois não conheciam o dinheiro naquela época. Essa prática se tornou mais intensa no novo Império, quando as importações e exportações se intensificaram com os contatos comercias com a ilha de Creta, a Palestina, Fenícia e a Síria.Além disso, desenvolveram uma indústria bastante artesanal, com produção de armas, barcos, cerâmica, tijolos, tecidos, objetos de vidro, couro e metais. Todos esses produtos que eram produzidos pelos artesãos eram exportados. Os produtos mais importados pelos egípcios eram o marfim, peles de animais, perfumes e outros utensílios usados pelos ricos.”Forjamento de Metais“Os egípcios primitivos aprenderam a usar o cobre e o ouro. Forjavam ferramentas, armas e jóias. Depois começaram a fabricar bronze mais duro de cobre e estanho em fornalha.Já no novo Império, inventaram foles que eram operados com o pé. O metal derretido era despejado em formas.” Fonte: br.geocities.com Fonte: www6.ufrgs.br ATUALIDADESA África Austral é a parte sul de África, banhada pelo Oceano Índico na sua costa oriental e pelo Atlântico na costa ocidental. Brasil e EUA… ALCA http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u423681.shtml África Austral lança oficialmente uma zona de livre comércio http://afp.google.com/article/ALeqM5g6S7zB0lXCprxLB3syWHYf5SkQiA![]()
Paisagem da ÁfricaA África, por se tratar de um continente de clima tropical, salvo algumas regiões, recebe grande insolação, possui temperatura elevada devido à sua localização geográfica, pois está próxima à linha do Equador e do Trópico de Câncer e de Capricórnio. Essa é um dos continentes de maior biodiversidade do mundo, esse fato é proveniente da quantidade de energia (calor) que favorece o desenvolvimento de matéria orgânica gerada pela decomposição de plantas, se tornando propício à germinação de variadas espécies de vegetais, a partir daí habitam nessas plantas insetos e microorganismos que vão propagar a própria existência da flora, além de compor a cadeia alimentar, pois servem de alimentos para os animais maiores.No contexto social e, mais precisamente, cultural, o continente africano apresenta uma diversidade muito grande, pois conta com aproximadamente seiscentos povos e trezentas línguas distintas, além de uma infinidade de religiões nativas ou introduzidas.Os africanos têm uma forte ligação com os brasileiros, pois no período colonial os escravos vieram nos navios negreiros para trabalhar na produção do açúcar e mais tarde no café, contribuindo assim, para a consolidação da cultura no Brasil.O continente africano é regionalizado e/ou dividido em África Islâmica, situada ao norte, e a África Subsaariana, situada ao sul, a diferença básica está na religião, sendo a primeira Islamita e a segunda Animista (candomblé, umbanda, magia negra etc.) que são religiões nativas.Acordo de Livre Comércio entre as Américas O que é a ALCA? É a Área de Livre Comércio das Américas (ALCA), acordo proposto pelos Estados Unidos da América onde se criaria uma zona sem barreiras alfandegárias disseminando assim a entrada de produtos norte-americanos nas Américas Central e Sul.
"Diversidade cultural engloba as diferenças culturais que existem entre as pessoas, como a linguagem, vestimenta e tradições, bem como a forma como as sociedades organizam-se conforme a sua concepção de moral e de religião, a forma como eles interagem com o ambiente etc. O termo diversidade diz respeito à variedade e convivência de idéias, características ou elementos diferentes entre si, em determinado assunto, situação ou ambiente. Cultura (do latim cultura, cultivar o solo, cuidar) é um termo com várias acepções, em diferentes níveis de profundidade e diferente especificidade. São práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado no espaço/tempo. Se refere a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e "preenchem" a sociedade. Explica e dá sentido a cosmologia social, é a identidade própria de um grupo humano em um território e num determinado período."

co. O faraó é o dono de todas as terras do país, organizando todo trabalho agrícola. Também administrava as construções, pedreiras, e minas.
