7º Ano

2º BIMESTRE – 2009

RELEIA   A  ATIVIDADE  DE  REVISÃO  APLICADA  EM  CLASSE.

VEJA :

http://robekitty.wordpress.com/2009/06/23/revolucao-industrial/

http://robekitty.wordpress.com/2009/04/16/setores-da-economia/

Balança Comercial

Balança comercial favorável: mais exportação do que importação.

Definição

Balança comercial é um termo econômico que representa as importações e exportações de bens entre os países.

Dizemos que a balança comercial de um determinado país está favorável, quando este exporta (vende para outros países) mais do que importa (compra de outros países). Do contrário, dizemos que a balança comercial é negativa ou desfavorável.

A balança comercial favorável apresenta vantagens para um país, pois atrai moeda estrangeira, além de gerar empregos dentro do país exportador. Fonte: Suapesquisa

Como o PIB é calculado?

O PIB representa a soma das riquezas produzidas pelo país. Quando o PIB é analisado pela ótica de quem produz essas riquezas, entram no cálculo os resultados da indústria (que respondem por 30% do total), serviços (65%) e agropecuária (5%).

Outra maneira de medir o PIB é pela ótica da demanda, ou seja, de quem compra essas riquezas. Nesse caso, são considerados o consumo das famílias (60%), o consumo do governo (20%), os investimentos do governo e de empresas privadas (18%) e a soma das exportações e das importações (2%). Esses dois cálculos devem sempre chegar ao mesmo resultado.

O PIB é um indicador para medir a atividade econômica do país. Quando há queda de dois trimestres consecutivos no PIB, a economia está em recessão técnica.

Blocos Econômicos


Com a economia mundial globalizada, a tendência comercial é a formação de blocos econômicos. Estes são criados com a finalidade de facilitar o comércio entre os países membros. Adotam redução ou isenção de impostos ou de tarifas alfandegárias e buscam soluções em comum para problemas comerciais.

Em tese, o comércio entre os países constituintes de um bloco econômico aumenta e gera crescimento econômico para os países. Geralmente estes blocos são formados por países vizinhos ou que possuam afinidades culturais ou comerciais. Esta é a nova tendência mundial, pois cada vez mais o comércio entre blocos econômicos cresce. Economistas afirmam que ficar de fora de um bloco econômico é viver isolado do mundo comercial.

Veremos abaixo uma relação dos principais blocos econômicos da atualidade .

UNIÃO EUROPÉIA

NAFTA

MERCOSUL ETC.

Vantagens e desvantagens (Outras implicações)

Em todas as modalidades de integração supranacional, ocorre a redução ou eliminação das tarifas ou impostos de importação entre os países-membros. Por isso, os países que integram esses blocos (zona de livre comércio, união aduaneira, mercado comum ou união econômica e monetária) adotam, logo de início, a redução das tarifas de importação de várias mercadorias.
Neste sentido, os acordos de integração econômica trazem uma série de conseqüências para as empresas e a população dos países que integram estes blocos. Os consumidores podem se beneficiar dos produtos mais baratos que entram no país. No entanto, muitos desses consumidores podem ser prejudicados com o desemprego, em virtude da falência ou diminuição da produção das empresas nas quais trabalhavam, pois muitas delas não conseguem concorrer com os produtos mais baratos que vêm dos outros países com os quais são mantidas alianças. Fonte: Uol

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O preço de um produto, bem ou serviço é determinado pela procura.

http://www.brasilescola.com/economia/lei-da-oferta-e-procura.htm

A Lei da Oferta e da Procura (Demanda) busca estabilizar a procura e a oferta de um determinado bem ou serviço. Oferta é a quantidade do produto disponível em mercado, enquanto procura é o interesse existente em relação ao mesmo. A oferta depende do preço, da quantidade, da tecnologia utilizada na fabricação entre outras coisas relacionadas aos produtos e serviços. A procura é influenciada pela preferência do consumidor final, a compatibilidade entre preço e qualidade e a facilidade de compra do produto.

Economia de mercado

Existe economia de livre mercado, economia de mercado ou sistema de livre iniciativa quando os agentes econômicos agem de forma livre, sem a intervenção dos governos. É, portanto, um mercado idealizado, onde todas as acções económicas e acções individuais respeitantes a transferência de dinheiro, bens e serviços são “voluntárias” – o cumprimento de contratos voluntários é, contudo, obrigatório. A propriedade privada é protegida pela lei e ninguém pode ser forçado a trabalhar para terceiros.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_de_mercado

LEIA :

Para Merrill Lynch, gripe suína afetará México, mas não o Brasil

Com impactos da doença, país centro da epidemia deve ter contração no PIB; Brasil se recupera

Crise financeira mundial já afeta PIB do Brasil. (Reportagem especial)


Quais são as efeitos de uma recessão nos EUA para o Brasil?

Segundo o professor Gonçalves, o principal canal de contágio são os mercados externos. Com uma recessão nos Estados Unidos, o mercado para as exportações do Brasil fica menor. Ele lembra, porém, que o comércio exterior responde por menos de 20% do PIB brasileiro. Uma solução, segundo ele, seria buscar outros parceiros comerciais, como a China, por exemplo. Outro problema, que já vem tirando o sono dos empresários brasileiros, é a escassez de crédito. Com menos liquidez na economia mundial, é mais difícil conseguir capital, que também fica mais caro. Além disso, dependendo dos índices de alta do dólar, as importações podem ficar mais caras e, como conseqüência, a inflação poderá aumentar.

Educando,

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Aprendizagem. *Anote na agenda suas tarefas de casa; *Material solicitado para aula seguinte; *Eventuais dúvidas    registre-as no caderno e solicite esclarecimentos com sua professora *Acompanhe jornal televisivo, isso fará de você uma pessoa bem informada.*Evite acúmulo de conteúdo, orgarnizando horário de estudo em casa.

Qual a diferença entre PIB e PNB?

Um dos principais indicadores que demonstram a realidade econômica de um país ou região é o PIB (Produto Interno Bruto). Tal indicador nada mais é do que a mensuração de todos os bens e serviços, ou seja, de toda a riqueza produzida. Uma das maiores confusões em relação ao PIB é a diferença entre o mesmo e outro importante indicador econômico: o PNB (Produto Nacional Bruto).

VEJA: http://www.brasilescola.com/economia/qual-diferenca-entre-pib-pnb.htm

VÍDEO TEMÁTICO:

As Migrações

Os movimentos horizontais ou transladativos, são os deslocamentos definitivos ou temporários dos habitantes de uma lugar para outro. É o caso do nomadismo, das migrações, da transumância e do êxodo rural.

O nomadismo é o movimento constante praticado pelos povos sem residência fixa. É o caso dos ciganos.

As migrações são movimentos de pessoas de uma região para outra. São internas quando ocorrem dentro de uma mesmo país e externas quando se dão de um país para outro, daí o fato de existir:

  • emigração: a saída da população de um lugar;

  • imigração: a entrada ou chegada de estrangeiros num lugar.

Os estrangeiros que se encontram morando no Brasil foram emigrantes de seus países – Portugal, Espanha, Itália, Japão – e, quando aqui chegaram, tornaram-se imigrantes.

Os países de antiga colonização e de elevada densidade demográfica são, quase sempre, países de emigração, como Portugal, Espanha, Itália, Japão, China, Coréia do Sul, Alemanha, Holanda e muitos outros.

Os países de colonização recente e de baixa densidade demográfica são países de imigração, como Estados Unidos, Canadá, Brasil, Austrália, Venezuela e outros mais.

A emigração de um país pode ser causada por vários fatores, como crises econômicas, doenças epidêmicas. Perseguições políticas e religiosas. Os preconceitos raciais também provocam emigração.

A imigração no Brasil foi autorizada em 1808, com a vinda da Família Real. No entanto, só em 1818 chegaram os primeiros imigrantes. Eram suíços-alemães que se estabeleceram no atual Estado do Rio de janeiro, onde fundaram a cidade de Nova Friburgo.

Mas, somente com a necessidade de mão-de-obra para a cultura cafeeira, após 1850, é que se intensificaram as correntes imigratórias.

No governo Getúlio Vargas foi adotada a quota de imigração (1934), limitando a entrada de imigrantes em nosso país.

O Brasil recebe imigrantes das mais variadas origens, principalmente da:

  • Europa: portugueses e italianos;

  • América Latina: uruguaios, argentinos e chilenos;

  • Ásia: chineses e coreanos;

  • América do Norte: estadunidenses.

O órgão do governo que cuida da imigração no Brasil é o Incra – Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária.

É comum no Brasil, a dedicação de certos imigrantes a determinadas atividades econômicas. É por essa razão que relacionamos:

  • portugueses com padarias e bares;

  • espanhóis com restaurantes, ferro-velho, indústrias gráficas, de mecânica e de metalurgia;

  • japoneses com mercearias ou quitandas, tinturarias ou lavanderias, fotografias e eletrônica;

  • turcos (árabes e sírio-libaneses) com comércio de tecidos e de roupas;

  • chineses com pastelarias e restaurante.

As Migrações Internas

As migrações internas estão intimamente ligadas ao processo de mudança da economia brasileira e à criação de novos pólos de desenvolvimento.

As atividades econômicas que atraíram as migrações internas no Brasil foram:

  • a criação de gado no sertão do Nordeste, no século XVII, quando nordestinos deixaram a Zona da Mata, devido ã decadência da cana-de-açúcar;

  • a mineração, no século XVIII, quando nordestinos e paulistas deslocaram-se para Minas Gerais devido à descoberta de ouro;

  • a cultura do café na zona de terra roxa, que determinou novo movimento migratório (nordestinos e mineiros) para São Paulo e Paraná, em fins do século XIX e começo do atual;

  • a coleta do látex(borracha natural), em fins do século XIX e começo do século XX, quando nordestinos procuraram a Amazônia e conquistaram o Acre, que antes pertencia à Bolívia;

  • surto algodoeiro, na década de 30, atraindo nordestinos e mineiros para o Estado de São Paulo.

Atualmente, a construção de estradas, de hidrelétricas e de obras urbanas determinam novas frentes de migração para o Norte do país.

Resumindo, podemos concluir que a região:

  • Sudeste é a de maior atração, portanto, com saldo migratório positivo;

  • Nordeste é a de maior dispersão, portanto, com saldo migratório negativo.

Transumância

A transumância é um movimento periódico e reversivo, causado por fatores climáticos, com a mudança das estações ou secas temporárias.

O pastor nômade das regiões montanhosas é um transumante. Ele vive com seu rebanho:

  • nas montanhas, durante o verão e o outono;

  • na planície, durante o inverno e a primavera.

No Brasil, a transumância ocorre entre o Sertão e a Zona da Mata do Nordeste.

Pequenos proprietários plantam suas roças na época das chuvas – o verão. Na época das secas – o inverno -, eles mudam-se para a Zona da Mata, onde trabalham como empregados nas plantações de cana-de-açúcar.

As famílias ficam no sertão, aguardando as colheitas e o retorno dos entes queridos. A volta para o sertão dá-se com o reinício das chuvas, quando iniciam novas plantações.

Esse movimento ficou conhecido em todo Brasil através da letra da música “Asa branca”, cantada pelo saudoso Luiz Gonzaga:

“Hoje longe muitas léguas

Numa triste solidão

Espero a chuva cair de novo,

Pra mim voltar pro meu sertão”.

Êxodo Rural

O êxodo rural é o abandono do campo em busca das cidades. Tem sido muito comum no Brasil, após nosso grande surto industrial. As cidades em fase de crescimento e de industrialização oferecem melhores condições de trabalho e de vida. Em busca dessas condições, milhares de retirantes abandonam o “sossego” dos sítios e das fazendas e se aventuram pelas nossas cidades.

O sucesso esperado não ocorre com todos esses trabalhadores, quase sempre carregados de família. Em muitos casos, a situação piora muito.

O êxodo rural tem muitas conseqüências e todas elas são bastante negativas.

Para o campo, as conseqüências do êxodo rural são:

  • diminuição da população rural;

  • diminuição da mão-de-obra rural;

  • diminuição da produção agrícola, com elevação do custo de vida.

As conseqüências do êxodo rural mais desastrosas ocorrem nas cidades. São elas:

  • desemprego e subemprego, quando o mercado de trabalho é pequeno para a quantidade de mão-de-obra disponível;

  • falta de habitações, gerando preços elevados no aluguel ou na compra das habitações;

  • formação de favelas e de bairros operários, sem as benfeitorias da cidade;

  • desaparecimento do cinturão verde(chácaras e sítios que envolvem a cidade), devido à especulação imobiliária;

  • deficiências nos serviços públicos urbanos, como água encanada e esgoto, coleta de lixo transportes coletivos;

  • crises de abastecimento no mercado urbano, com falta de gêneros alimentícios e outros produtos;

  • marginalidade social, com delinqüência, mendicância e prostituição.

As cidades brasileiras que mais sofrem as conseqüências do êxodo rural são as capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Fortaleza e outras mais.

O aparecimento do bóia-fria é, também, conseqüência do êxodo rural.

Os bóia-frias são trabalhadores rurais que moram nas periferias das cidades.

Os deslocamentos desses trabalhadores entre a cidade e o campo são feitos, muitas vezes, de maneira arriscada, em veículos sem nenhuma segurança.

A explosão demográfica

Explosão demográfica é o grande aumento da população da Terra, ocorrido principalmente no século XX.

É, na verdade, com se fosse uma bomba de pavio aceso prestes a explodir, daí a comparação da explosão com a população.

Até o século XIX, a mortalidade era extremamente elevada, pois a humanidade não tinha recursos suficientes para combater grande parte das doenças.

As grandes descobertas do nosso século, como a penicilina, as vacinas e os antibióticos. Diminuíram bruscamente o índice de mortalidade. Como a natalidade não foi reduzida, o resultado foi o aumento do crescimento vegetativo. FONTE: Frigoletto.com

Fluxos populacionais, migrações internacionais

O deslocamento de pessoas no mundo

Os fluxos populacionais foram incrementados a partir do desenvolvimento do sistema de transporte (Rodoviário, hidroviário, ferroviário e aéreo) e das telecomunicações, que ofereceram maior mobilidade às pessoas em todo mundo. Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), aproximadamente 175 milhões de pessoas vivem fora do país de origem.

Os fluxos populacionais entre países são denominados de migrações internacionais, essas podem ocorrer por atração ou por repulsão, a primeira geralmente acontece quando as pessoas vivem em países nos quais não há boas condições de vida e de trabalho, são atraídas rumo a países desenvolvidos, como Estados Unidos, países da Europa desenvolvida e Japão, a segunda são migrações onde o indivíduo deixa seu país devido a problemas políticos, perseguições, guerras, entre outros.

A maioria das migrações internacionais ocorre pela busca de trabalho, as principais correntes migratórias emergem de Latino-Americanos, Africanos e Asiáticos em direção aos EUA, Europa e Japão. Os trabalhadores migrantes enviam dinheiro para sua terra natal, algumas estimativas revelam que eles movimentam anualmente cerca de 58 bilhões de dólares, o Brasil, por exemplo, recebe anualmente cerca de 2,8 bilhões de dólares enviados por brasileiros que vivem no exterior.

Os brasileiros por vários motivos saem do país, o movimento de saída do país é chamado de emigração, o de entrada de estrangeiro é denominado de imigração. O que levam os brasileiros a sair do país rumo a outro, são as sucessivas crises econômicas, hoje existem cerca de 2 milhões de brasileiros vivendo no exterior de forma clandestina.

Outra modalidade de migração internacional é a de fluxo de refugiados, indivíduos que sofrem perseguições de ordem política, religiosa ou étnica. Na década de 1970, havia cerca de 2,5 milhões de refugiados, hoje esse número chega aos 25 milhões, decorrentes de acontecimentos geopolíticos como: o fim do socialismo, a diminuição de ajudas financeiras e humanitárias e principalmente pela expansão do fundamentalismo Islâmico.

São considerados migrantes refugiados cerca de 25 milhões de pessoas, que foram obrigados a deixar seus lares devido a problemas ambientais, como desmatamento, desertificação, erosão dos solos e desastres químicos e nucleares.

As origens dos refugiados são as mais variadas, mas geralmente possuem algumas características, como origem de países subdesenvolvidos, no qual a renda per capita média está abaixo de 500 dólares e há alto índice de analfabetismo, governos ditatoriais que violam os direitos humanos de determinada parcela da população, na forma de perseguições políticas e torturas, extermínio étnico e discriminações religiosas e culturais.

Por fim, existe um fluxo, agora sem agravante, que é o turístico, que são motivados pela busca de lazer, cultura e religião, esse processo motiva a comercialização de viagens em grande escala a custos mais reduzidos (pacotes de viagens), mas esse tipo de fluxo é privilégio de uma restrita parcela da população mundial.

Os principais países que atraem turistas são Alemanha, Japão e EUA, o volume do faturamento decorrente a atividade é de aproximadamente 4,5 trilhões de dólares, gerando cerca de 200 milhões de empregos em todo o mundo.


http://www.migrante.org.br/

Movimentos migratórios para trabalhar ou estudar no Brasil
(OnNews, 2003-07-07)

Mais de 7 milhões de brasileiros se deslocam de seus municípios para trabalhar ou estudar

Novas análises dos dados colhidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o Censo 2000 revelaram que 7,4 milhões de brasileiros se deslocam diariamente para trabalhar ou estudar fora dos municípios em que residem.

Isso equivale a 6,7% do total de pessoas que trabalham e/ou estudam no país, que é de 111,1 milhões. De acordo com o IBGE, o deslocamento é um fenômeno urbano, concentrado nas grandes cidades brasileiras e seus arredores.

O número de pessoas que se deslocam diariamente para trabalhar e/ou estudar foi maior que o número de brasileiros que migraram, ou seja, mudaram de seu domícilio de origem para outra cidade ou estado brasileiro. De acordo com o IBGE, pouco mais de cinco milhões de brasileiros migraram entre 1995 e 2000.

Fluxos migratórios

Os estudos de migração mostraram que as áreas rurais perderam 247 mil habitantes entre 1995 e 2000. A idade média do migrante brasileiro é de pouco mais de 27 anos. Mais da metade deles, 66%, não completaram o ensino fundamental e 43% não tinham rendimentos.

A região Nordeste é a unica do país que tem saldo de migração negativo, ou seja, mais habitantes deixam suas residências de origem para viver em outras regiões do Brasil.

A idade média do migrante nordestino é de pouco mais de 23 anos enquanto as pessoas que se mudam para a região Nordeste têm idade média de pouco mais de 28. O estudo revelou que o contingente de crianças entram no Nordeste é maior do que o de saída. Isso mostra que muitos noerdestinos retornam às origens alguns anos depois, já com família constituída.

Os fluxos migratórios revelados pelo Censo 2000 mudaram em relação ao estudo de 1991. As migrações de origem e destino a áreas urbanas, isto é, habitantes que se mudam de zonas urbanas para outras zonas urbanas, cresceram 20%. Já o movimento migratório com destno a zonas rurais teve uma queda de 1,1%, na comparação entre o Censo de 1991 e o de 2000. Os fluxos com origem em áreas rurais e destino urbano teve queda de 29,4% e as migrações de zonas rurais para outras zona rural diminuíram 43,4%.

O Censo 2000 detectou que 75% dos movimentos migratórios (realizados durante os cinco anos anteriores) tinham como origem e destino áreas urbanas, 12,4% foram rurais-urbanos, 7,7% foram urbano-rurais e 4,8% originaram-se e destinaram-se a áreas rurais.

Quase 15% dos migrantes de todo o Brasil eram sem instrução, e 66% deles não chegaram a completar o ensino fundamental, pois tinham menos de sete anos de estudo. Este quadro reflete a escolaridade da população brasileira como um todo, segundo o IBGE.

A composição racial dos brasileiros também é espelhada pela migração: 53,1% dos emigrantes eram brancos, 40,1% eram pardos, 5,1% pretos, 0,7% amarelos e 0,4% pardos. O restante não se declarou dentro de nenhuma das categorias de cor ou raça.

Não tinham qualquer rendimento 43% dos migrantes, e 13,5% deles ganhavam menos de um salário mínimo. Com rendimento entre um e dois mínimos estavam 16,2% deles; de dois a três, 8,4%; de três a cinco, 7,2%; de cinco a dez, 6,3%; de dez a vinte, 3,2%, e apenas 2,1% ganhavam mais de vinte salários mínimos.

http://professores.esfelgueiras.org/professores/geofelgueiras/images/mobilidade%20da%20pop/mov.migrat%C3%B3rios.jpg

Fonte: google imagens.

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Gráficos

Gráficos empresariais que mostrem a posição que a empresa vem alcançando dentro do mercado em que atua. Posicionamento junto á concorrência, desenvolvimento e negociação de produtos, evolução de profissionais, individual e em equipe. Grau de satisfação de seus clientes e consumidores. Despesas envolvidas em campanhas de marketing. Gastos com entregas, manutenção de veículos. Gráficos com tempo gasto durante entregas, atendimento a clientes, enfim uma análise completa e detalhada. Afinal, gráficos são como raio x, sabendo interpretá-los, saberemos exatamente como anda o desempenho organizacional, aí poderemos escolher o remédio que melhor se adéqua as situações mostradas e analisadas. “

Neste exemplo, podemos visualizar que:

O produto 1 tem a maior produção;

  • O produto 2 tem a menor produção;

As legendas com as quantidades permitem visualizar a quantidade, mas a comparação visual das barras demonstra claramente a diferença entre as quantidades produzidas.

PIZZA

Demonstra a participação de cada valor em relação ao valor total.

Neste exemplo, podemos visualizar que:

  • O produto 1 tem a maior participação em relação ao valor total (58%);

IMPORTANTE:

  • Podemos demonstrar o % de cada produto, mesmo não existindo esta informação em nosso relatório (tabela)

  • Como no exemplo, também podemos incluir o nome de cada produto e os valores reais. Com isso, não existe a necessidade de legenda no gráfico

Fonte: blogandoffice.

A localização do Brasil no mundo.

No mundo existem dezenas de países que ocupam um território estabelecido em determinada posição geográfica no globo terrestre.

Dessa forma, o Brasil ocupa uma área no espaço geográfico mundial, e conseqüentemente possui uma localização, como se fosse o “endereço” do mesmo.

O território brasileiro está localizado, quase em sua totalidade, no hemisfério sul, mais precisamente 93% do território, e no hemisfério norte 7%. O país está estabelecido no ocidente, ou seja, a oeste do meridiano de Greenwich, além disso, é cortado ao norte pelo paralelo do Equador. Encontra-se na zona intertropical, zona temperada sul e no Trópico de Capricórnio. O Brasil compõe a América do Sul e faz fronteira com todos os países dessa porção do continente americano, exceto Equador e Chile.

O Brasil destaca-se quanto à extensão territorial, ocupa o quinto lugar do mundo, por isso é considerado um país de dimensão continental, o espaço geográfico ocupado representa 5,7% das terras emersas do planeta, com uma área de 8.51.965 km2.

O litoral brasileiro totaliza 7.367 km e de fronteiras 15.719 km. O extremo do país no sentido leste (Ponta do Seixas) a oeste (Serra Contamana) possui uma distância de 4319 km e no sentido norte (Monte Caburaí) a sul (Arrroio Chuí) 4.394 km. Essas dimensões favorecem a formação de três fusos horários distintos.

Essas características físicas do território favorecem a permanência de grande variedade de clima, vegetação, relevo, fuso etc.

Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

VEJA : http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/atlasescolar/mapas_brasil.shtm

POPULAÇÃO

Brasil já tem mais de 180 milhões de habitantes

Em 34 anos, a população brasileira praticamente dobrou em relação aos 90 milhõesde habitantes da década de 1970 e, somente entre 2000 e 2004, aumentou em 10 milhões de pessoas. Em 2050, seremos 259,8 milhões de brasileiros e nossa expectativa de vida, ao nascer, será de 81,3 anos, a mesma dos japoneses, hoje. Mas o envelhecimento da população está se acentuando: em 2000, o grupo de 0 a 14 anos representava 30% da população brasileira, enquanto os maiores de 65 anos eram apenas 5%; em 2050, os dois grupos se igualarão em 18%. E mais: pela Revisão 2004 da Projeção de População do IBGE, em 2062, o número de brasileiros vai parar de aumentar.

Em janeiro de 2004, a população brasileira ultrapassou os 180 milhões de habitantes. Esta é uma das conclusões da Revisão 2004 da Projeção da População realizada pelo IBGE, a primeira a incorporar as taxas de natalidade e mortalidade calculadas a partir do Censo 2000 (divulgadas em dezembro do ano passado), além das Estatísticas de óbitos do Registro Civil 1999-2001 e da PNAD 2001. Esses estudos demográficos demonstram que as famílias estão tendo cada vez menos filhos: em 1960, a média era de seis filhos por mulher, caiu para 2,89 em 1991 e, em 2000, para 2,39. A projeção para 2004 é de 2,31 e, em 2023, a média deverá ser de 2,01 filhos por mulher – ou seja, a mera reposição das gerações. A população continuará crescendo, embora a taxas cada vez menores: dos 3% ao ano entre 1950 e 1960, a taxa caiu para 1,44% ao ano em 2004, cairá para 0,24% em 2050 e, finalmente, para zero em 2062, quando a população brasileira começará a se reduzir.

Se o crescimento da população permanecesse no mesmo ritmo dos anos 50, seríamos, hoje, 262 milhões de brasileiros. Mas, desde então, nossa taxa de fecundidade diminuiu, devido às transformações ocorridas na família brasileira, como a entrada da mulher no mercado de trabalho e a popularização dos métodos anticoncepcionais. Em 2000, uma média de 2,39 filhos por mulher, o Brasil estava na 75ª posição entre os 192 países ou áreas comparados pela ONU.

Seis milhões de mulheres a mais

As proporções entre a população masculina e feminina vêm diminuindo paulatinamente no Brasil. Em 1980, haviam 98,7 homens para cada cem mulheres, proporção que caiu para 97% em 2000 e será de 95% em 2050. Em números absolutos, o excedente feminino, que era de 2,5 milhões em 2000, chegará a seis milhões em 2050. Já a diferença entre a esperança de vida de homens e mulheres atingiu 7,6 anos em 2000 – sendo a masculina de 66,71 anos e a feminina de 74,29 anos.

Os avanços da medicina e a melhoria nas condições gerais de vida da população contribuíram para elevar a expectativa de vida dos brasileiros, que aumentou 17 anos entre 1940 e 1980 (de 45,5 para 62,6 anos, respectivamente). Em 2000, esse indicador chegou aos 70,4 anos, e deverá atingir os 81,3 anos em 2050, praticamente o mesmo nível atual do Japão (81,6 anos), o primeiro colocado no ranking. O Brasil está em 89º lugar entre os 192 países ou áreas estudados pela ONU. A média mundial para a esperança de vida ao nascer era de 65 anos, em 2000, e deverá atingir os 74,3 anos entre 2045 e 2050.

Mortalidade infantil continua alta

Desde meados da década de 1940, a mortalidade infantil vem diminuindo no Brasil, devido às campanhas de vacinação em massa, à disseminação dos antbióticos e, mais recentemente, aos exames pré-natais, às campanhas de aleitamento materno e aos agente comunitários de saúde, entre outras medidas, governamentais ou não. Em 1970, tínhamos em torno de 100 óbitos para cada mil menores de um ano nascidos vivos. Em 2000, a taxa caiu para 30 por mil, um patamar ainda alto, se considerarmos, por exemplo, os países vizinhos: 21 por mil na Argentina, 12 por mil no Chile e 15 por mil no Uruguai. No ranking dos 192 países ou área estudados pela ONU, o Brasil ocupa a 100ª posição.

Menos jovens e mais idosos

A queda combinada das taxas de fecundidade e mortalidade vem ocasionando uma mudança nas estrutura etária, com a diminuição relativa da população mais jovens e o aumento proporcional dos idosos. Em 1980, a população brasileira dividia-se, igualmente, entre os que tinham acima ou abaixo de 20,2 anos. Em 2050, essa idade mediana será de exatos 40 anos.

Outra comparação importante: em 2000, 30% dos brasileiros tinha de zero a 14 anos, e os maiores de 65 representavam 5% da população. Em 2050, esses dois grupos etários se igualarão: cada um deles representará 18% da população brasileira. Tais números revelam a importância cada vez maior das políticas públicas relativas à previdência, diante do crescente número de indivíduos aposentados, em relação àqueles em atividade. Também tornam-se cada vez mais importantes as políticas de Saúde voltadas para a Terceira Idade: se em 2000 o Brasil tinha 1,8 milhão de pessoas com 80 anos ou mais, em 2050 esse contingente poderá ser de 13,7 milhões.

População do Rio de Janeiro ultrapassa os seis milhões

Manaus subiu da nona para a oitava posição, entre os dez municípios mais populosos do Brasil, ultrapassando Recife. Com 818 habitantes, Borá continua sendo o município brasileiro com a menor número de habitantes.

Em cumprimento à lei n° 8.443, de 16 de julho de 1992, o IBGE divulga as Estimativas das Populações Residentes nos 5.560 municípios brasileiros. Em relação ao ano passado, houve aumento de população em 72,6% dos municípios brasileiros e diminuição em 27,2% deles, enquanto em apenas nove (0,2%), não houve alterações. Fonte: IBGE.